segunda-feira, 10 de junho de 2013

Príncipe Harry defende soldado gay de ataque homofóbico, diz jornal

Um ex-companheiro do exército britânico agradeceu o príncipe Harry por salvá-lo de seis soldados que ameaçavam atacá-lo por conta se sua sexualidade no Canadá em 2008.
Lance Corporal James Wharton, que trabalhou com o príncipe durante exercícios militares, escreveu sobre o incidente no livro "Out in the Army", segundo informou o jornal "Daily Mail".
Wharton contou que, durante os quatro meses em que esteve no Canadá, sofria ameaças de seis soldados até que decidiu informar Harry sobre o que estava acontecendo.
"Eu disse para ele: 'Eu acho que estou prestes a ser morto pela infantaria'. Eu falei para o Harry exatamente o que acontecia. Ele estava com um olhar de espanto em seu rosto. Eu não conseguia conter as lágrimas", afirmou o soldado.
Após ouvir as queixas, o filho do príncipe Charles teria dito que tomaria providências. "Ele disse: 'Eu vou resolver essa merda de uma vez por todas'".
O príncipe teria saído e retornado logo em seguida. "Ele voltou 10 minutos depois e me disse que o problema estava resolvido".
Wharton deixou o exército no início de 2013 e disse ter uma enorme dívida de gratidão. "Sempre serei grato ao Harry e nunca esquecerei o que aconteceu", afirmou.

Com 51%, Dilma continua favorita na corrida eleitoral

pesar da queda de popularidade, a presidente Dilma Rousseff continua sendo a favorita para vencer a eleição presidencial do ano que vem.

No cenário mais provável da disputa, Dilma teria 51% das intenções totais de voto, segundo pesquisa Datafolha finalizada sexta-feira com 3.758 entrevistas.

São sete pontos a menos que o verificado no levantamento anterior, de março. Mas ainda assim é o suficiente para liquidar a eleição já no primeiro turno.

Em segundo lugar, com os mesmos 16% da última pesquisa, aparece a ex-senadora Marina Silva, atualmente engajada na criação de um novo partido político, a Rede Sustentabilidade.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi o único que cresceu em relação ao levantamento de março. Ele tem agora 14% das intenções de voto, quatro pontos a mais que na pesquisa anterior.

Aécio está tecnicamente empatado com Marina, já que a margem de erro do levantamento é de dois pontos.

Recém-eleito presidente do partido, o pré-candidato tucano foi beneficiado pela exposição intensiva de sua imagem na série recente de propagandas do PSDB no rádio e na televisão.

Nessas oportunidades, Aécio criticou o governo com muita ênfase na inflação, objeto de crescente preocupação da população, conforme a mesma pesquisa.

Em quarto lugar na pesquisa, com 6% das intenções de voto, aparece o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). O índice é mesmo obtido por ele no último levantamento.

RECORTES
O melhor desempenho de Dilma ocorre na região Nordeste do país, onde a presidente alcança 59% das intenções de voto.

O Nordeste é também a única região do país em que Campos obtém índice de dois dígitos na pesquisa, 12%.

Entre todos os recortes por renda, idade e escolaridade, o pior desempenho de Dilma está entre os eleitores que declaram ter ensino superior.

Se a disputa fosse feita só nesse grupo, a eleição seria bem mais apertada. Dilma continuaria vencendo, mas com 34%; Marina ficaria com 29%; Aécio, com 19%.

O Datafolha também fez simulações da disputa com os nomes do ex-presidente Lula e do atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.

Lula, que sempre afirma não ter intenção de disputar em 2014, alcançaria mais votos que Dilma: 55%, em seu melhor cenário.

Já Barbosa, popular por ter presidido o julgamento do mensalão, teria 8%.

A pesquisa espontânea dá pistas sobre o grau de interesse dos eleitores a 1 ano e 4 meses do pleito. Quando o entrevistador pergunta pelo candidato preferido sem apresentar nomes de eventuais concorrentes, 50% dos eleitores dizem que ainda não sabem em quem votar.

Nesse tipo de apuração, Dilma é citada por 27% dos eleitores (eram 35% em março); Lula é mencionado por 6%; Aécio, por 4%.

Editoria de Arte/Folhapress

sábado, 8 de junho de 2013

Rede de Marina coleta assinaturas em manifestação contra gays

Rede de Marina Silva coleta assinaturas em passeata anti-gay e em defesa da “família tradicional” e dos “bons costumes”. Evento foi organizado por Silas Malafaia e contou com Marco Feliciano e Jair Bolsonaro


O partido de Marina Silva, Rede Sustentabilidade, aproveitou a multidão reunida em ato evangélico organizado ontem (5) pelo pastor Silas Malafaia, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para coletar assinaturas.
evangélicos brasilia rede marina


Em meio a faixas contra o projeto de lei que criminaliza a homofobia e em defesa da “família tradicional”, o militante Ivan, de camiseta da Rede, se aproximava das pessoas para pedir apoio ao partido. Às 18 horas, ele já tinha coletado 50 assinaturas.

“É uma pena que não veio mais gente, dava para ter conseguido umas mil [assinaturas] aqui”, afirmou o marinista Ivan.
Malafaia esperava reunir 100 mil apoiadores no ato, que tinha cantores evangélicos como chamariz. Segundo a Polícia Militar, o público foi de 40 mil pessoas.
No palco, além de Malafaia, estavam o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) e o pré-candidato do PSC à Presidência da República, pastor Everaldo. Na plateia, Jair Bolsonaro (PP-RJ) caminhava e cumprimentava os fiéis.
O estudante Hélio Felipe, 17 anos, do Gama (uma das regiões administrativas do Distrito Federal), foi à Esplanada com amigos da igreja e mostrava discurso afinado contra o projeto que criminaliza a homofobia. “A gente segue o que a Bíblia diz. E a Bíblia diz que [a união homoafetiva] é errado. Então a gente pode defender isso. É nosso direito de expressão”, afirmou.
Na Câmara, o deputado Jean Wyllys (PSOL-SP) afirmou que “já esperava” coleta de assinaturas para a Rede no ato de Malafaia. “Em 2014 teremos dois candidatos em busca do eleitorado evangélico: Marina Silva e pastor Everaldo”, disse.
A Rede, por meio de sua assessoria, informou que não organizou a coleta de assinaturas. Ainda assim, a Rede não desautorizou seus militantes que fizeram a coleta de apoios para o partido durante o evento anti-gay.
pragmatismopolitico.com.br

FOI APROVADO PROJETO DA DEPUTADA LECI BRANDÃO CONTRA DISCRIMINAÇÃO HOMOFÓBICA

FOI APROVADO PROJETO DA DEPUTADA LECI BRANDÃO CONTRA DISCRIMINAÇÃO HOMOFÓBICA

Deputada Leci Brandão - PCdoB/SP

Foi aprovado mais um Projeto de Lei da Deputada Estadual LECI BRANDÃO PL Nº 727 de 2011 que altera a Lei 10.948 de 2001 (que dispõe sobre as penalidades a serem aplicadas à pratica de discriminação em razão da orientação sexual). 


O projeto amplia o atendimento - que antes era feito apenas pela Secretaria da Justiça em sua sede em SP - aos Municípios e Câmaras Municipais através de convênios a serem firmados com os mesmos. Tornand o o combate a discriminação homofóbica mais abrangente,eficaz e em todo território paulista. 

Na íntegra Projeto aprovado.

PROJETO DE LEI Nº 727, DE 2011

Altera a Lei nº 10.948 de 5 de novembro de 2001, que dispõe sobre as penalidades a serem aplicadas à prática de discriminação em razão de orientação sexual.

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA:

Artigo 1º - A Lei nº 10.948 de 5 de novembro de 2001, fica acrescida do seguinte artigo 5º-A:
“Artigo 5º-A - A Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, para cumprir o disposto nesta lei e fiscalizar o seu cumprimento, poderá firmar convênios com os Municípios, com a Assembléia Legislativa e com as Câmaras Municipais”.
Artigo 2º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. 

JUSTIFICATIVA

A população LGBTT, vítima do preconceito e da violência, residente nas periferias e nas cidades do interior, encontra dificuldades para deslocar-se até a Capital de São Paulo e acompanhar o processo administrativo na sede da Secretaria Estadual da Justiça e da Defesa da Cidadania.

Com a formalização de acordos com municípios do Estado, a aplicabilidade da Lei 10.948/01, de combate à discriminação homofóbica, terá eficácia mais abrangente, vez que a denúncia do cidadão poderá ser acompanhada próximo da sua localidade.

Há um convênio firmado entre a Secretaria da Justiça e a Procuradoria Geral do Estado, prevendo que denúncias de discriminação homofóbica, ocorridas nas cidades do interior de São Paulo sejam processadas pelas Procuradorias Regionais, evitando o deslocamento das vítimas até a Capital. Após preparação dos processos, eles seguem para julgamento na Comissão Processante Especial, instalada em São Paulo.

Ocorre que as procuradorias regio nais existem apenas em 28 cidades e o Estado possui ao todo 645 municípios. 

As leis só são respeitadas e eficazes quando a sociedade se apropria delas. 

É nestes termos que apresento o presente projeto de lei, na expectativa de contar com o indispensável apoio de meus Nobres Pares.

Sala das Sessões, em 5/8/2011

Jean Wyllys e Feliciano trocam acusações durante debate na Câmara

Deputado do PSOL criticou marcha realizada na quarta; pastor disse que o cristianismo tem sido atacado


Ricardo Della Coletta - Agência Estado

BRASÍLIA - Um dia depois de subir ao palco e ser ovacionado por milhares evangélicos na manifestação liderada pelo pastor Silas Malafaia, evento que contou com ataques à comunidade LGBT, o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos, foi criticado pelos parlamentares Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Érika Kokay (PT-DF) durante um debate do qual participaram os três na Câmara.
Wyllys não se referiu diretamente ao pastor, mas condenou a marcha realizada nesta quarta-feira. "Ontem houve uma manifestação que deveria ser de valores cristãos virou algo anti-homossexual", disse, em referência ao evento promovido por Silas Malafaia.
Feliciano, Wyllys e Érika Kokay participaram de um debate sobre o documentário "Mais Náufragos que Navegantes", do diretor Guillermo Planel, exibido no auditório Nereu Ramos da Câmara. O pastor se definiu como um "corpo estranho" no local e se disse "um aprendiz dos direitos humanos".
Ele convidado ao debate para representar o colegiado que preside na Casa. A princípio, a organização do evento chegou a cogitar realizar uma mesa de debates com os parlamentares, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, e o diretor do filme. A posição foi revista porque poderia causar constrangimento, pois a ministra, Wyllys e Kokay são críticos à permanência de Feliciano na comissão. No final das contas, Maria do Rosário não pôde comparecer por estar em viagem oficial; os três deputados, por sua vez, ocuparam a plateia do auditório e subiram ao palco, um por vez, apenas para discursarem.
''Corpo estranho''. Feliciano, que chegou na parte final do documentário e pediu uma cópia do filme para "aprender mais" sobre o tema, foi o segundo a subir ao palco e confessou que se sentia "um corpo estranho" no auditório. Em seguida, sem fazer referências diretas à Jean Wyllys, o deputado do PSC alegou que existe um "ataque ao cristianismo" no Brasil. "Represento essa comunidade cristã que é atacada", alegou. Em sua fala, o pastor disse que, a princípio, havia resistido ao convite de participar do encontro, mas que aceitou pela insistência dos organizadores.
Na sua vez de falar, Érika Kokay saiu em defesa de Jean Wyllys. "Aqui nós não podemos permitir que sejam distorcidas as palavras. O deputado Jean não veio aqui para atacar o cristianismo. Ele veio aqui para dizer que a lógica do cristianismo é da fraternidade. Um segmento não pode se apoderar dessa concepção e negar todas as outras", afirmou. De acordo com ela, é incompatível defender os direitos humanos discriminando, ao mesmo tempo, a comunidade LGBT. "Hoje, na Comissão de Direitos Humanos (presidida por Feliciano), temos que defender os direitos humanos das concepções que ali estão postas". 

Panorama Político por Ilimar Franco - O GLOBO


Os impasses no Rio
A exemplo de PT e PMDB, o PSDB e o DEM estão estremecidos. Os tucanos resistem a apoiar o vereador Cesar Maia ao governo. A indefinição reduz a desenvoltura de Maia. No DEM, onde há muita irritação, o que se diz é que o candidato tucano ao Planalto, Aécio Neves, está se deixando usar pelo governador Sérgio Cabral (PMDB) na pressão para que o PT apoie o vice Luiz Fernando Pezão. 

O pesadelo e a realidade
O PMDB fez um pente-fino da situação eleitoral dos estados. Os presidentes da Câmara, Henrique Alves (RN); e do Senado, Renan Calheiros (AL), reunidos com dirigentes do partido, anteontem, concluíram que os problemas com o PT estão sendo amplificados. Avaliaram que há dois casos graves: Rio e Bahia. O drama no Ceará é com o governador Cid Gomes (PSB). O Mato Grosso do Sul caminha para a chapa Delcídio Amaral (PT) para o governo e André Puccinelli (PMDB) para o Senado. Sobre o Rio, um dos presentes comentou: “O que a gente vai fazer? Uma hora o PT iria querer ter candidato! Eles já apoiaram o Sérgio Cabral duas vezes e o Eduardo Paes uma vez”. 



Os herdeiros
O deputado Renan Filho, filho do presidente do Senado, Renan Calheiros, será o candidato do PMDB ao governo de Alagoas. O ex-prefeito Helder Barbalho, filho do senador Jader Barbalho, será o candidato do PMDB ao governo do Pará.



Pronto, falei
Ministro e vice-governador de São Paulo, Afif Domingos protestou contra decisão da Comissão de Ética do governo, que acha “inconveniente” a dupla função. “Inconveniente para quem? Não sirvo a interesses de um ou outro partido."

Trégua trabalhista
Ex-marido da presidente Dilma, Carlos Araújo voltou ao PDT. O presidente do partido, Carlos Lupi, autorizou a executiva gaúcha a refiliá-lo como “gesto de cortesia” com Dilma e para virar página de problemas entre o PDT e a presidente.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

“Os jovens são a grande maioria das vítimas dos casos de homofobia no Brasil”, diz presidente do Conjuve

Entrevista: “Os jovens são a grande maioria das vítimas dos casos de homofobia no Brasil”, diz presidente do Conjuve


Alessandro Melchior: “Estamos entrando hoje em um novo ciclo de políticas públicas de juventude” (Foto: Divulgação)


Há duas semanas, o Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) elegeu o seu novo presidente, Alessandro Melchior, 26. Melchior iniciou a sua trajetória política no movimento estudantil secundarista, na UMES- São José do Rio Preto. Posteriormente atuou como gestor municipal e teve os primeiros contatos com a agenda política internacional da juventude, através da Unidade Temática de Juventude da Rede de Mercocidades, que reúne prefeituras de diversas cidades do Mercosul.

Em 2008, Alessandro Melchior iniciaria a sua atuação no movimento LGBT e, já em 2009 assumiria a Coordenação da Juventude da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis), representando esta instituição desde 2010 no Conjuve. Em seu primeiro mandato foi representante na Reunião Especializada de Juventude do Mercosul, no segundo mandato integrou a Coordenação da Comissão de Acompanhamento de Políticas e Programas.

Na entrevista que você lê a seguir, Alessandro Melchior se diz contrário à política de internação compulsória aos usuários de drogas, a qual ele classifica como “higienista”. O novo presidente do Conjuve também é categórico ao afirmar que hoje os “jovens são a grande maioria das vítimas dos casos de homofobia no Brasil” e que vivemos, atualmente, um “verdadeiro genocídio da juventude negra e da periferia”.

A partir de sua experiência com a militância política, qual a demanda que você considera mais urgente à juventude?

Precisamos parar, imediatamente, de exterminar os nossos jovens. Temos um verdadeiro genocídio da juventude negra e da periferia, com responsabilidade social e estatal, não apenas pela omissão, mas também pela ação. Nossos índices, em diversos casos, são próximos aos apresentados por países em estado de guerra. Darcy Ribeiro dizia em um de seus textos que o Brasil sempre foi, e ainda é, um moinho de gastar gentes. Se ele vivesse hoje, diria que o Brasil é um moinho de gastar jovens.

Em seu ponto de vista, o que difere a eleição de um presidente oriundo do movimento LGBT ao Conjuve?

Isso, entre outras coisas, exemplifica a capacidade de diálogo com os outros movimentos sociais que o movimento LGBT adquiriu no período recente. Não apenas com os movimentos sociais, mas nossa eleição também foi fruto de um diálogo sincero com os vários ministérios e outras organizações da sociedade civil. Obviamente, também foi uma resposta à sociedade e à institucionalidade, considerando o momento que vivemos no Brasil.

Desde 2010 o Brasil vive um cenário de forte embate político entre setores fundamentalistas e progressistas. Acredita que os discursos de ódio proferidos pelos parlamentares e pastores atingem de maneira mais forte os jovens? Visto que muito deles nem do armário saíram ainda.

Não só no âmbito da homofobia. Esses discursos de ódio têm atingido a juventude de forma geral. Eles têm incentivado a perseguição às culturas indígenas, queimando templos religiosos no centro-oeste, impedido os avanços para garantia de mais direitos às jovens mulheres, apoiado a política de drogas falida que temos hoje e agora fortalecem a ideia de criminalização da juventude, por meio da defesa da redução da maioridade penal. E, infelizmente, eu vejo que nós, os progressistas, estamos perdendo terreno na luta institucional. Tem muita gente que veio da banda de cá, que está tocando do outro lado, sendo cooptado e defendendo o que esse ‘Eixo do Mal’ representa. Estou falando de parte do núcleo duro do governo federal e da timidez, pra não dizer outra coisa, das bancadas mais progressistas do Congresso.

Como você colocaria a pauta LGBT no âmbito da juventude?

A situação de violência em que vive a juventude LGBT é comum a de outros setores. Mas a resposta não. Então, em primeiro lugar, é preciso avançar no sentido de confrontar essa realidade. Relatório do Governo Federal, da Secretaria de Direitos Humanos, revela o que o movimento LGBT vem dizendo há muito tempo, os jovens são a grande maioria das vítimas dos casos de homofobia no Brasil. Por isso é preciso cobrar atitude do Governo Federal, dos Estados e Municípios. Nessa mesma linha precisamos incidir mais no Legislativo e temos disposição para isso no Conselho. Em relação à juventude, especificamente, é importante que os jovens atentem que, os mesmos que atacam hoje a liberdade sexual e a cidadania LGBT, são os que defendem restrição de liberdades em geral, menos participação política e menos direitos para o povo brasileiro. Essa galera está unida do lado de lá.

Ultimamente as políticas de internação compulsória para cidadãos usuários de drogas têm sido adotadas por alguns governos. Qual é a tua posição sobre este tema?

Essa é uma das expressões de um movimento mais amplo contra as liberdades democráticas. Eu sou contra esse absurdo neofascista. Você não interna ninguém compulsoriamente. A história tem mostrado, inclusive, que quando isso surge, é para limpar a sociedade, numa lógica higienista em que entram pobres, negros, prostitutas, homossexuais, travestis, usuários de drogas e outros. Além do que, quem defende isso aí não quer saber de fortalecer os CAPS AD, os equipamentos e a política pública de saúde, quer é jogar dinheiro público para ser lavado nas comunidades terapêuticas do fundamentalismo religioso.

Você é a favor da liberação e descriminalização das drogas? Fale sobre isso.

Sim. Sou favorável. Assim como a sensatez e o bom senso também são. A Organização dos Estados Americanos se posicionou recentemente sobre a necessidade de uma nova política de drogas e vai realizar um seminário em junho para debater o tema. O Governo dos Estados Unidos começou a reconhecer a falência da política atual. Por quê? Porque ela não funciona, porque ela, com a criminalização da venda, cria uma reserva de mercado ao crime organizado, que sustenta o sistema financeiro internacional e financia a política pelo mundo afora. Em 2008, quando estourou a crise financeira que ainda assola o mundo, quase US$ 400 bilhões de dólares foram lavados pelo sistema bancário, o que representou 1/3 das perdas com a crise. Alguém realmente acredita que a maconha causa mais danos à vida da juventude que o álcool? Vamos pegar os dados de mortes no trânsito, violência causada pelo consumo de álcool. Acredito que ainda teremos maturidade para debater esse tema com o nível de densidade que ele precisa, não com o preconceito atual ou com o medo que permeia o Governo nesse assunto.

O que você achou da medida do CNJ que normalizou a união igualitária nos cartórios?

Achei importante e necessária. Ela mostra que os avanços têm de vir de algum lugar. Por outro lado, mostra como essa pauta, especificamente, tem mais facilidade de compreensão no âmbito do Poder Judiciário, que no Legislativo e Executivo. Só fico triste quando alguns avanços da cidadania têm de vir por um poder que não seja o político. Mostra que a política brasileira ainda tem problemas em entender o que é cidadania e igualdade de direitos.

Os jovens estão perto ou longe dos partidos políticos?

Não dá pra falar nessa abstração. Alguns partidos são os preferidos pela juventude brasileira, por conta da afinidade programática e ideológica. Outros são partidos velhos, de ideias e de pessoas. Alguns têm garantido mecanismos de renovação geracional, o que empodera o jovem na estrutura partidária, fortalece os espaços de organização juvenil no interior do partido também. Mas como melhorar esse cenário? Com uma reforma política que estimule a participação do jovem e do povo brasileiro, que permita que o Executivo e o Legislativo estejam mais próximos de representar a diversidade que nos caracteriza como nação. Pessoalmente posso dizer que o meu partido não é um coração partido. Tenho lado.

Em relação ao governo federal, como você avalia as políticas para juventude? 

Estamos entrando hoje em um novo ciclo de políticas públicas de juventude, com a consolidação dos espaços de controle social e gestão no Governo Federal, respectivamente o Conselho Nacional de Juventude e a Secretaria Nacional de Juventude. Com a aprovação do Estatuto da Juventude e a sanção posterior da presidenta Dilma, teremos no horizonte a possibilidade de construir um Sistema Nacional de Juventude que consolide essa como política de Estado, com estruturas, responsabilidades de todos os entes federados, orçamento. As políticas que tem sido tocada têm se mostrado importantes. Hoje temos o Juventude Viva, de enfrentamento à mortalidade da juventude negra, um programa bem estruturado, planejado e articulado, que precisa de mais envolvimento dos Estados e municípios. A atualização da Política Nacional de Juventude e Meio Ambiente, a criação de equipamentos de referência territoriais, as Estações da Juventude. Por outro lado, programas essenciais como o Projovem Urbano e Trabalhador tem sofrido dificuldades. Os Pontos de Cultura estão abandonados e a Aids tem avançado sobre a juventude sem qualquer resposta eficiente e corajosa do Governo. Mas no geral, podemos tranquilamente dizer que nos últimos dez anos o Governo Federal deixou de entender essa como uma pauta marginal. A prova disso é que ela só passou a ser tratada como política pública justamente nesse período.

Fonte: Revista Fórum (Por Marcelo Hailer)

A herança de FHC

A avaliação de seus mandatos captada em pesquisas explica o motivo de Alckmin e Serra não terem defendido o seu legado. O que fará Aécio Neves?
por Marcos Coimbra — publicado 03/06/2013 09:05, última modificação 03/06/2013 16:40 - cartacapital.com.br

FHC e Aécio
FHC e Aécio durante a convenção do PSDB

Enquanto não surgir coisa mais avançada, as pesquisas de opinião continuarão a ser a melhor maneira de interpretar o pensamento da população a respeito das questões coletivas. Sem elas, ficamos com o que acha cada indivíduo ou dizem os grupos mais organizados e loquazes. Os sentimentos e atitudes da maioria permanecem ignorados. É como se não existissem.

Mas as pesquisas estão aí. E permitem uma compreensão dos juízos e as expectativas dos que não se expressam, não mandam cartas ou postam comentários na internet. Há outras formas de fazê-lo, mas nenhuma mais confiável.

Realizá-las não é extravagância ou privilégio. Não custam tanto e um partido político poderoso, como, por exemplo, o PSDB, pode encomendar as suas. Nem um jornal ficará pobre se tiver de contratar alguma.

Por que então as oposições brasileiras as usam tão parcimoniosamente? Por que, se é simples conhecê-la, os partidos e a mídia oposicionista desconsideram a opinião pública?  Tome-se uma velha ideia: as três derrotas sucessivas dos tucanos para o PT teriam sido causadas pela insuficiente defesa da “herança de Fernando Henrique”. Sabe-se lá por que, é uma hipótese que volta e meia reaparece, como se fosse uma espécie de verdade profunda e houvesse evidências a sustentá-la.

Nas últimas semanas, ela retornou ao primeiríssimo plano. Em seu discurso inaugural como presidente nacional do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves disse que seu partido se equivocou ao não valorizar o “legado” das duas administrações de FHC. Em suas palavras: “Erramos por não ter defendido, juntos, todo o partido, com vigor e convicção, a grande obra realizada pelo PSDB”.

Salvo uma ou outra manifestação de cautela, a mídia conservadora aplaudiu o pronunciamento. Os “grandes jornais” gostaram de Aécio ter assumido uma tese com a qual sempre concordaram. Faltava-lhes um paladino e o mineiro ofereceu-se para o posto. 

E os cidadãos comuns, o que pensam desse “legado”?

Em pesquisa recente de âmbito nacional, o Vox Populi tratou do assunto. Em vez de subscrever (ou atacar) a tese, apenas identificou o que a população pensa a respeito.  

Os entrevistados foram solicitados a avaliar 15 áreas de atuação do governo Dilma Rousseff. Depois, a comparar o desempenho de cada uma nos governos dela e de Lula com o que apresentavam quando Fernando Henrique Cardoso era presidente. As avaliações de todas as políticas nos governos petistas são superiores. Em nenhuma se poderia dizer que, para a população, as coisas estavam melhores no período tucano.

Consideremos algumas: na geração de empregos, 7% dos entrevistados disseram que FHC atuou melhor, enquanto 75% responderam que Lula e Dilma o superaram. Na habitação, 3% para FHC e 75% para Lula e Dilma. Nos programas para erradicar a pobreza, 4% ficaram com FHC e 73% com os petistas. Na educação, o tucano foi defendido por 5% e os petistas por 63%. Na política econômica, em geral, FHC foi avaliado como melhor por 8%, enquanto Lula e Dilma, por 71% dos entrevistados. 
No controle da inflação, FHC teve seu melhor resultado: para 10%, ele saiu-se melhor que os sucessores, mas 65% preferiram a atuação de Lula e Dilma no controle de preços.

Na saúde e na segurança, os petistas tiveram as menores taxas de aprovação, mas mantiveram-se bem à frente do tucano: na primeira, Lula e Dilma foram considerados melhores por 46% dos entrevistados. Na segurança, por 45%. FHC, por sua vez, por 7% e 6%.

No combate à corrupção, FHC teria atuado melhor que seus sucessores para 8%, enquanto 48% dos entrevistados afirmaram ter Lula e Dilma sido superiores.

Os políticos e as empresas jornalísticas são livres para crer no que quiserem. Enéas Carneiro era a favor da bomba atômica. Levy Fidelix é obcecado pela ideia de espalhar aerotrens pelo Brasil. Os partidos de extrema-esquerda lutam pelo comunismo. Há quem queira recriar a velha Arena da ditadura.

Ancorar uma campanha presidencial na “defesa do legado de FHC” é um suicídio político. Nem Serra nem Alckmin quiseram praticá-lo. A derrota de ambos nada tem a ver com o fato de não terem feito tal defesa. O problema nunca foi estar distantes demais dos anos FHC, mas de menos.
Resta ver como se comportará, na prática, Aécio Neves. E o que dirão seus apoiadores, quando perceberam que também ele procurará fazer o possível para se afastar do tal “legado”.

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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Governo Federal lança o Plano de Prevenção à Violência Contra a Juventude Negra.




A Secretaria-Geral da Presidência da República (SG) e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) realizam, nos dias 27 e 28 de novembro, o evento "Juventude Negra, Juventude Viva: Diálogos Governo e Sociedade Civil", com o objetivo de apresentar o Plano de Prevenção à Violência Contra a Juventude Negra à sociedade civil.

Câmara aprova projeto que fixa Carnaval em março


Brasília - A Comissão de Educação e Cultura da Câmara aprovou nesta terça-feira um projeto de lei que fixa o feriado de Carnaval sempre na primeira terça-feira de março. Hoje, o carnaval é um feriado móvel, comemorado 40 dias antes da Páscoa.

Além da data fixa, a proposta (PL 1503/11), do deputado Stepan Nercessian (PPS-RJ), também legaliza o feriado da terça-feira de carnaval, já que o dia não consta na Lei 662/49, que estabelece os feriados nacionais.

Para o relator na comissão, deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), o Carnaval com data fixa permitirá maior eficiência e profissionalismo dos setores envolvidos no evento.

O Projeto de Lei

O Projeto de Lei 2846/08, do deputado Wellington Fagundes (PR-MT), inclui entre os feriados nacionais, previstos na Lei 662/49, a terça-feira de Carnaval, a quinta-feira de Corpus Christi e a sexta-feira da Paixão. Esta última, com a alteração, ficaria excluída dos feriados religiosos. O projeto também fixa o feriado de Carnaval na primeira terça-feira de março, independentemente do calendário religioso.

Wellington Fagundes argumenta que, apesar de seu alcance, o Carnaval não é previsto em lei como feriado nacional. Para ele, o reconhecimento oficial da terça-feira como feriado e, principalmente, sua fixação no calendário nacional \"permitirá aos profissionais da área de turismo a necessária programação para a exploração turística e comercial do evento\".

O deputado também avalia que a mudança \"não fere a tradição cristã, já que a Igreja poderá manter a celebração do Carnaval dentro da previsão do calendário religioso, de acordo com o interesse das comunidades, no âmbito municipal\".
Em caráter conclusivo, a proposta foi encaminhada às comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Créditos: AFP

Porque o PT é diferente do PSDB



Simplesmente irretocável a resposta precisa com que a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, rebateu rapidamente a proposta velha do governador Geraldo Alckmin (PSDB), de aumentar as penas - hoje, de no máximo três anos - para jovens infratores.

Alckmin propôs que adolescentes que cometerem crimes graves fiquem mais tempo internados e sejam transferidos para presídios especiais após completarem 18 anos. Digo que a proposta é velha, porque também vocês constatam isso, com certeza: toda vez que as políticas de segurança da direita fracassam, surgem essas saídas reacionárias, como muitas vezes, de pena de morte e redução da idade penal.

Como se resolvessem o problema, como se pena de morte ou redução da maioridade penal, como bem diz a ministra Maria do Rosário, resolvessem a questão sem um sistema de recuperação educacional, profissional e sócio cultural. Se as adotássemos - e, ainda bem que não passa na cabeça de ninguém do governo federal fazê-lo - estaríamos é formando quadros (de menores e depois de maiores de idade), soldados e chefes para o crime organizado....

Estados falham na recuperação de adolescentes infratores

Ainda bem que a ministra rebateu a proposta insensata no mesmo dia em que o governador Alckmin a defendeu:“Sou contrária a ampliação das penas porque unidades (de internação) não têm projeto de reinserção educacional, de formação profissional, de recuperação da situação de drogadição (dependência química) e atendimento em saúde. Ou seja, com aumento, só vamos condenar o jovem a ficar mais tempo em um lugar que não lhe oferece nenhuma recuperação”

Em sua manifestação contrária, a ministra foi ainda ao foco central da questão: hoje os Estados falham na recuperação de adolescentes que cometeram crimes graves. Como bem lembrou a ministra, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece a separação entre os jovens menores e maiores de 18 anos nas unidades, reforçando que devem ficar separados.

“O problema é que essa previsão não está sendo cumprida”, disse Maria do Rosário, lembrando que o estabelecido pelo ECA é que os infratores que são internados com 17 anos podem ficar até os 21 anos nas unidades.

A ministra reconheceu que o Estado brasileiro estimulou a construção de mais unidades para assegurar espaços adequados de recuperação e evitar a mistura entre os mais velhos e os mais novos. Mas, ponderou, não se combate a violência apenas com medidas de privação da liberdade, principalmente porque os jovens, em termos de morte, são as maiores vítimas da violência conforme atestam as estatísticas.

Agir preventivamente, mais perspectivas para o futuro dos jovens

“Agir preventivamente, dando perspectiva de vida aos jovens, é mais importante do que buscar soluções em princípio simpáticas à opinião pública, mas que não oferecem de fato solução para a violência e criminaliza ainda mais a juventude”.

Para buscar um entendimento sobre o tema, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos anunciou que vai “buscar um diálogo direto” com os governadores. De acordo com a ministra, cerca de 18 mil adolescentes estão internados no Brasil, sendo que a maioria, 85%, é dependente químico ou esteve envolvida com tráfico de drogas.
Vejam a diferença PT x PSDB: o PT vai buscar, pelo diálogo, a solução para a questão; o PSDB minimiza a questão, busca atalhos e se refugia em velhas propostas da direita que já se mostraram inviáveis.

Blog do Zé

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Dia da Consciência Negra, um convite à reflexão

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Convido a todos, neste 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, data que marca a passagem, hoje, dos 317 anos da morte de Zumbi dos Palmares, a avaliarem comigo alguns números que atestam a persistência da desigualdade e do inadmissível racismo ainda entranhado neste país.

Comecemos com os números divulgados ontem pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do DIEESE/Fundação SEADE. O levantamento aponta que apesar de a população constituída por negros e pardos já ser maioria (52%) entre os brasileiros, e dela ser também maioria da população economicamente ativa (PEA), ainda são eles – negros e pardos – que mais sofrem com o desemprego.

A pesquisa foi realizada nas principais regiões metropolitanas e aponta que à exceção de Fortaleza e Porto Alegre, a população economicamente ativa formada por negros e pardos já ultrapassa a não negra. Em Belo Horizonte, por exemplo, 57,3% da população negra participam da PEA, ante 56,7% da população não negra. No Distrito Federal (DF), o percentual é 63,7% (negra) e 62,7% (não negra).

PED é um alerta

A PED precisa e tem de funcionar como um alerta: os negros continuam a constituírem os maiores contingentes de desempregados, são eles as maiores vítimas do desemprego. A proporção de negros desempregados na maioria das regiões metropolitanas chega a ultrapassar 60%, com exceção de Porto Alegre (18,2%) e São Paulo (40,0%).

E pior: a remuneração dos trabalhadores negros permanece inferior à dos não negros em praticamente todas as regiões metropolitanas pesquisadas. A hora trabalhada pelo segmento (maioria da população, é bom lembrar) corresponde a 60,9% dos não negros em Salvador e a 61% em São Paulo. Já em Fortaleza e Porto Alegre, a porcentagem é de 73,3% (negros) e 70,6% (não negros).

É importante, porém, destacarmos alguns passos importantes dados nos últimos anos. Vejam que dos 36 milhões de brasileiros que passaram à classe média nos últimos dez anos de PT no governo, 75% são negros. Além disso, desde 2004, o rendimento médio real da população negra brasileira obteve um crescimento de 29,8% (passou de R$ 607 para R$ 788) - o dos brancos variou de R$ 1.143 para R$ 1.352 (aumento de 18,3%). 

Foram criadas a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e a Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial, o Estatuto da Igualdade Racial, a lei das cotas nas universidades, além de programas como o Juventude Viva voltado especialmente aos jovens negros que mais sofrem com a violência. É evidente que avançamos. Mas, há muito ainda a ser feito para que possamos viver em uma país sem racismo, mais justo e mais plural. O Brasil pelo qual lutamos.

Blog do Zé

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Secretário Nacional de Juventude do PT declara apoio a Vinícius



O secretário nacional de Juventude do Partido dos Trabalhadores, Jefferson Lima, participou do ato de lançamento da campanha, na última sexta (27/7), e enviou mensagem de apoio à candidatura Vinícius Assumpção 13013.

Leia abaixo a mensagem.

"Vinicius Assumpção é um companheiro, militante histórico do PT e da CUT. Fez um grande trabalho na presidência do Sindicato dos Bancários do Rio e sempre ajudou a nossa Juventude do PT nos processos internos e nos debates das políticas de Juventude.

Como secretário nacional de Juventude do PT, fico feliz com a candidatura do companheiro Vinícius, torço e peço apoio ao Vinícius na disputa do legislativo da cidade do Rio de Janeiro.

A Juventude do RJ precisa, e será muito importante para o prefeito Eduardo Paes e o vice-prefeito Adilson Pires, contar na Câmara de Vereadores com o companheiro Vinícius Assumpção.

Jefferson Lima
Secretário Nacional de Juventude do PT
"

Fonte: www.viniciusassumpcao.com.br